Dra. Melina Moré Bertotti

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Dra. Melina Moré Bertotti

Especialidades

Neurocirurgiã, Neurocirurgia Geral, Neurocirurgia Pediátrica, Neurocirurgia Oncológica

CRM 15866 | RQE 12494

A Dra. Melina Moré Bertotti é neurocirurgiã formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com residência médica em Neurocirurgia pelo Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis. Realizou estágio em Neurocirurgia Vascular na Mayo Clinic (EUA) e, entre 2017 e 2018, fellowship em Neurocirurgia por Imagem Guiada (Image Guided Neurosurgery) no Brigham and Women’s Hospital da Universidade de Harvard, em Boston, sob orientação da Prof. Alexandra Golby, uma das maiores referências mundiais em neurocirurgia oncológica guiada por imagem. 

Concluiu doutorado em Neurociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pesquisa sobre prognóstico em traumatismo cranioencefálico grave. Detentora do certificado ECFMG, equivalente à licença médica americana, é Membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Pediátrica e Chefe do Serviço de Neurocirurgia Pediátrica do Hospital Infantil Joana de Gusmão, referência estadual em saúde infantil.

Dra. Melina é uma das únicas neurocirurgiãs pediátricas de Florianópolis e referência regional consolidada nesta subespecialidade. Sua atuação abrange Neurocirurgia Geral, Neurocirurgia Pediátrica e Neurocirurgia Oncológica, com ênfase em cirurgia guiada por imagem, tecnologia de ponta que permite maior precisão na ressecção de tumores, preservando estruturas neurológicas nobres. Essa formação em Harvard, aliada à prática clínica intensa em neurocirurgia pediátrica e oncológica, confere à Dra. Melina um perfil de atuação internacionalmente diferenciado, raro no sul do Brasil.

Produções científicas

A produção científica da Dra. Melina inclui publicações em periódicos internacionais indexados de alto impacto. É coautora de “Psychiatric disorders and health-related quality of life after severe traumatic brain injury: a prospective study“, publicado no Journal of Neurotrauma (2012), investigando transtornos psiquiátricos e qualidade de vida pós-TCE grave em uma coorte prospectiva. 

Assina também “Hospital mortality of patients with severe traumatic brain injury is associated with serum PTX3 levels“, publicado no Neurocritical Care (2011), identificando a proteína PTX3 como marcador de mortalidade hospitalar em TCE grave, estudo com implicações diretas para o manejo de neuroemergências.

 No mesmo ano, publicou nos Arquivos de Neuro-Psiquiatria (2011) estudo sobre rombencefalite por Listeria monocytogenes com acometimento do nervo trigêmeo. 

Já em parceria com a equipe da Universidade de Harvard, é coautora de “A comparison of thin-plate spline deformation and finite element modeling to compensate for brain shift during tumor resection“, publicado no International Journal of Computer Assisted Radiology and Surgery (2020), pesquisa sobre modelos computacionais para compensação de deslocamento cerebral durante ressecção de tumores, área em que se especializou no fellowship em Boston.  Assim como é coautora com a equipe da Universidade Harvard.

Utilidade clínica do mapeamento pré-operatório bilíngue por ressonância magnética funcional em pacientes com tumores cerebrais.

Leung LWL, Unadkat P, Bertotti MM , Bi WL, Essayed W, Bunevicius A, Chavakula V, Rigolo L, Fumagalli L, Tie Z, Golby AJ, Tie Y.

J Neuroimaging. 2020 Mar;30(2):175-183. doi: 10.1111/jon.12690. Epub 2020 Feb 10.

É ainda coautora do estudo de referência “Mortality in severe traumatic brain injury: a multivariated analysis of 748 Brazilian patients from Florianópolis City“, publicado no Journal of Trauma (2009).

Pontuação pupilar na Escala de Coma de Glasgow (GCS-P) e mortalidade hospitalar em traumatismo cranioencefálico grave: análise de 1.066 pacientes brasileiros.

Bertotti MM , Martins ET, Areas FZ, Vascouto HD, Rangel NB, Melo HM, Lin K, Kupek E, Pizzol FD, Golby AJ, Walz R.

Arq Neuropsiquiatr. 2023 maio;81(5):452-459. doi: 10.1055/s-0043-1768671. Epub 2023 maio 31.

PMID: 37257465 Artigo gratuito do PMC.

Níveis plasmáticos de biomarcadores de estresse oxidativo e mortalidade hospitalar em traumatismo cranioencefálico grave: uma análise multivariada.

Hohl A, Gullo Jda S, Silva CC, Bertotti MM , Felisberto F, Nunes JC, de Souza B, Petronilho F, Soares FM, Prediger RD, Dal-Pizzol F, Linhares MN, Walz R.

J Crítico Cuidado. Outubro de 2012;27(5):523.e11-9. doi: 10.1016/j.jcrc.2011.06.007. Epub 2011, 30 de julho.

PMID: 21803537 Artigo gratuito.

Rombencefalite causada por Listeria monocytogenes com envolvimento marcante do nervo trigêmeo na ressonância magnética.

Moro A, Albino PH, Bresciani AP, Oliveira MV, Bertotti MM , Ferreira RM, Queiroz LP.

Arq Neuropsiquiatr. 2011 Jun;69(3):568-9. doi: 10.1590/s0004-282×2011000400033.

PMID: 21755145 Artigo gratuito. Não há resumo disponível.

Mortalidade em traumatismo cranioencefálico grave: uma análise multivariada de 748 pacientes brasileiros da cidade de Florianópolis.

Martins ET, Linhares MN, Sousa DS, Schroeder HK, Meinerz J, Rigo LA, Bertotti MM , Gullo J, Hohl A, Dal-Pizzol F, Walz R.

J Trauma. julho de 2009;67(1):85-90. doi: 10.1097/TA.0b013e318187acee.

PMID: 19590314

Leucoencefalopatia, calcificações cerebrais e cistos: entidade que pode mimetizar uma neoplasia.

Bertotti MM , Linhares MN, Ferreira R, Santos DS, Athayde AT Jr, Mussi AC, Moritz JW, Jung TS, Schroeder HK, Rodrigues IK.

Arq Neuropsiquiatr. 2011 Ago;69(4):717-22. doi: 10.1590/s0004-282×2011000500027.

PMID: 21877048 Artigo gratuito.

Indicação

Pacientes e familiares atendidos pela Dra. Melina destacam sua capacidade de acolher mesmo nas situações mais angustiantes, especialmente quando o paciente é uma criança. Seu domínio técnico aliado à sensibilidade no atendimento transmite segurança às famílias em momentos de alta vulnerabilidade. A clareza com que conduz o processo diagnóstico e cirúrgico é frequentemente apontada como um diferencial que faz toda a diferença.

“Operar uma criança exige o máximo da técnica e o máximo da humanidade. Não existe margem para menos do que o melhor.”